Preso por desaparecimento de manicure confessa morte dela à polícia em Taquaritinga, SP

  • 02/10/2026
(Foto: Reprodução)
O homem preso nesta sexta-feira (2) por suspeita de envolvimento no desaparecimento da manicure Ivanilda Silva de Azevedo confessou à polícia que a matou em Taquaritinga (SP). Segundo o delegado Hallef Santana Nogueira, ele contou que agrediu a vítima e a abandonou em uma mata na zona rural. Wellington Rodolfo Pinheiro da Silva, de 38 anos, conhecido como Dendem, teve a prisão temporária decretada pela Justiça. A defesa dele não foi localizada até a última atualização desta matéria. Faça parte do canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Wellington Rodolfo Pinheiro da Silva é suspeito no caso do desparecimento de mulher em Taquaritinga Reprodução/EPTV Homem mentiu para a vítima De acordo com o delegado, em depoimento, Wellington contou que, na noite do desaparecimento, estava em um bar com o marido da vítima e os dois tinham feito uso de entorpecentes. Ivanilda esteve no local, pegou a chave do carro do casal e foi para casa. Momentos depois, Wellington e o amigo deixaram o bar, mas ele foi à casa da manicure com a desculpa de que a levaria ao marido. Os dois saíram no carro de Ivanilda. No caminho, eles pararam e mantiveram relação sexual, segundo Wellington relatou à polícia. “Depois dessa relação sexual, eles se desentenderam. Ele menciona que ocorreu uma agressão, através de um soco, e que ela ficou desacordada. Posteriormente, ele a largou, perto do matagal. Ele tentou se evadir [no carro da vítima], no entanto, ele visualizou um veículo vindo na sua direção, foi desviar e o veículo [em que ele estava] ficou preso numa ribanceirinha. Ele decidiu atear fogo no carro e disse que voltou a pé para a cidade”, afirma Nogueira. Ivanilda Silva de Azevedo está desaparecida em Taquaritinga, SP Arquivo pessoal Vítima deixada na mata Nesta sexta-feira, a polícia realizou diligências na região apontada por Wellington como o local onde teria deixado Ivanilda, mas ela não foi encontrada. O delegado não descarta a possibilidade de que a vítima tenha sido estuprada. “Para mim, é no mínimo estranho alegar uma relação consensual e, posteriormente, uma discussão, agressão com o cotovelo e um soco.” Ainda segundo Nogueira, Wellington afirmou que a vítima estava viva quando a abandonou na mata. “Ele alega que estava bastante transtornado com a utilização de entorpecentes e de bebida alcoólica. Fizemos diversas diligências na mata, andamos bastante mata dentro hoje, não conseguimos encontrar nenhum vestígio. Em relação a ela estar viva ou não, ele alega que ela estava respirando na hora que ele a colocou no mato.” O desaparecimento Ivanilda desapareceu na noite de 21 de setembro. A filha, Lauana Vitória Santos, contou que a mãe foi a um bar pegar a chave do carro com o marido, que estava bebendo, e depois voltou para casa. Ainda segundo a filha, um amigo que estava no bar a convenceu a voltar ao local. A última ligação entre mãe e filha foi às 23h36. O último acesso de Ivanilda ao WhatsApp foi às 23h47. O carro de Ivanilda e do marido foi encontrado queimado na manhã de 22 de setembro, um dia depois do desaparecimento. Ele estava em um canavial perto da Estrada de Itagassava, na zona rural de Taquaritinga. De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar não encontrou armas, vestígios biológicos nem outros indícios aparentes de crime nas imediações. A perícia foi acionada. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão e Franca Vídeos: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

FONTE: https://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2026/10/02/preso-por-desaparecimento-de-manicure-confessa-morte-dela-a-policia-em-taquaritinga-sp.ghtml


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